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Grupo Espacolacaniano

Público·253 membros

Olá,


Vocês conhecem Viviane Mosé? É uma psicóloga, psicanalista muito vinculada às políticas públicas e de uma potência de paixão pela vida.


Ela realiza algumas articulações bem potentes entre psicanálise e filosofia. Traçando os paralelos entre o vazio na obra ocidental - O que é ótimo para repensar o vazio no Oriente, tal como no budismo.


Segue uma das últimas falas dela.



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O curso apresenta uma introdução às principais formulações do psicanalista francês Jacques Lacan. Psicanalista que fez uma retomada radical da obra de Sigmund Freud, retomou a virulência da psicanálise, a saber, o pensamento para além da consciência. O retorno a Freud se deu pela via da originalidade e não pela face dogmática. “O pensamento de Freud é o mais aberto à revisão. É um erro reduzi-lo a palavras gastas. Nele, cada noção possui vida própria. É o que se chama precisamente a dialética” (Lacan 1953/1954, p. 9).


https://www.espacolacaniano.com.br/challenge-page/curso-introducao-lacan?programId=7c0faa71-64a5-402b-901c-9d8d316cb822

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Psicanálise Lacaniana: formalizações, grafos e esquemas

Lacan, grande leitor de Freud, ao avançar nos estudos psicanalíticos, utilizou diversos saberes para a condução de seu ensino. Aproximou-se da linguística, filosofia, antropologia, literatura e da matemática. Assim, em seu ensino, encontramos a esquematização de alguns conceitos e suas relações sob a forma de grafos, esquemas e topologias. Um dos grafos fundamentais do ensino lacaniano, situado na chamada primeira clínica, é o Grafo do Desejo. Nele, é possível visualizar uma sessão de análise, a constituição do sujeito e as estruturas da neurose, psicose e perversão.


Para o analista, o grafo torna-se um suporte para o estudo da psicanálise e para as articulações possíveis diante dos conceitos nele contidos. Considerando a função do analista em uma sessão de análise, no final do grafo encontramos uma pergunta que aponta para o que há de mais valioso para o sujeito e que será dirigida ao analisando diante de suas questões: Che vuoi?…


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Pânico

Neste episódio, discuto a síndrome do pânico a partir de uma perspectiva psicanalítica, tomando como referência central a obra de Mario Eduardo Costa Pereira, Pânico e Desamparo (Escuta, 2008).


Percorro a crítica de Costa Pereira ao modelo puramente biológico instaurado pelo DSM-III em 1980, a diferenciação freudiana entre angústia-sinal, terror (Schreck) e pânico, e a hipótese central do livro: o pânico como esforço de pré-simbolização — uma tentativa do aparelho psíquico de tornar presente, no corpo, aquilo que não encontra representação simbólica.


Abordo também a noção de Hilflosigkeit (desamparo) em Freud como condição estrutural — não apenas etapa do desenvolvimento —, as contribuições de Bion (nameless dread) e Winnicott (agonias primitivas) sobre a função do outro na regulação do terror, e a leitura lacaniana do desamparo como horizonte do fim de análise.


Um episódio para quem busca ir além do diagnóstico e perguntar: o que o sintoma está, de fato,…

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Muito interessante!Bom para se aprofundar mais .

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